Educar com as Tics:
“O caminho entre a excepcionalidade e a
invisibilidade”
A cada dia a tecnologia se faz mais presente
em nosso cotidiano. Em casa ela nos conecta ao mundo de tal forma que podemos
resolver boa parte de nossos afazeres sem nos deslocarmos. Tarefas como pagar
contas, fazer compras entre outras são agilizadas graças ao avanço da
tecnologia. Na escola elas inovam o processo ensino/aprendizagem contribuindo
de forma relevante para a melhoria do processo educacional. A tecnologia surge
como uma ferramenta de trabalho que amplia as possibilidades de aquisição do
conhecimento.
É
notório que a escola passa por um processo de rompimento de rupturas, mas,
ainda falta muito que se fazer para que as tics desempenhem o seu efetivo papel
de instrumento educacional. Primeiramente falta investimento tanto em
maquinário quanto em qualificar o profissional. Pequenos passos foram dados com
a inclusão de projetos do governo federal, por exemplo, a criação do PROINFO
entre outros, mas, a evolução tecnológica acontece de uma forma tão acelerada
que estamos apenas iniciando o processo de uma forma bem recatada. O uso das
tics na escola ainda acontece como algo inovador. Em geral disponibilizamos o
uso das tics excepcionalmente em aulas
diferenciadas.
Como
citado pela autora do texto “Educar com TICs exige investimentos em formação de
educadores; em gestão da sala de aula, da escola e das redes; em metodologias,
currículos, tempos e espaços educacionais; em infra estrutura, entre outros...”
Para
que a tecnologia seja de fato um instrumento eficaz é necessário qualificação e
planejamento. Um dos grandes desafios para se romper paradigmas é investimento
e disposição para buscar o conhecimento, de inovar.
Os
nossos educandos estão inseridos de tal forma nesta chamada ”Era tecnológica”
que cabe a nós, educadores buscar nestes
instrumentos uma forma de diálogo, de interagir com o mundo no qual estamos
inseridos. O perfil do educando também passa por um processo de transformação.
Atualmente nossos alunos demonstram mais curiosidade, são mais interativos e
cabe a nós nos adequarmos a ele reestruturando as nossas ferramentas de
trabalho, pois somente assim buscaremos garantir uma educação de qualidade.
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